sexta-feira, 24 de abril de 2015

JEMG(Jogos Escolares de Minas Gerais) 2015 - Etapa Mircrorregional

Data de realização da Etapa Microrregional: 
28/4/2015 a 02/5/2015. 
Sede: Patos de Minas-MG 


TABELA JEMG - ETAPA MICRORREGIONAL


PARA VISUALIZAR A TABELA COMPLETA 


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Reunião Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio


Reunião - PACTO-EM 
Dia: 23 de Abril de 2015
Horário: 19h30min às 21h30min. 
Todos os professores inscritos (bolsistas e ouvites) 
estão CONVOCADOS. 
Prof. Omar - Orientador.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

21 de Abril - Dia de Tiradentes

TIRADENTES
No dia 21 de abril é comemorado no Brasil o Dia de Tiradentes, uma data criada para homenagear Joaquim José da Silva Xavier, um ativista político que se transformou em herói nacional.
A história de Tiradentes está totalmente relacionada à Inconfidência Mineira, um movimento ocorrido nos séculos XVII e XVIII que tinha como objetivo a separação do Brasil do domínio de Portugal. Naquela época, o Brasil proporcionava grandes lucros aos portugueses por meio de suas riquezas minerais, isto é, ouro e diamantes. Contudo, estas riquezas estavam começando a se tornar escassas. Além disso, muitos não pagavam o quinto, uma espécie de imposto cobrado pela coroa sobre todo o ouro encontrado na colônia. Desta forma, o lucro de Portugal começou a cair. Reagindo a esta situação, os portugueses passaram a exercer um controle mais rígido sobre as riquezas e a aumentar os impostos. Tais medidas desagradaram a elite de Minas Gerais, que estava significativamente influenciada pelas ideias iluministas importadas da Europa.

Assim, se iniciou um movimento separatista no Brasil: a Inconfidência Mineira. A maioria dos inconfidentes eram homens ricos e cultos, com exceção de Tiradentes, um militar. O nome “Tiradentes” provém do fato de Joaquim José da Silva Xavier também exercer a função de dentista.

O movimento não teve sucesso e os inconfidentes foram presos. Tiradentes ficou preso por três anos, esperando seu julgamento. Todos os outros homens envolvidos na Inconfidência Mineira escaparam de uma pena maior, já que possuíam muitos bens; a maioria optou pelo exílio. Apenas Tiradentes foi condenado à pior das punições: em 21 de abril de 1792, foi enforcado e esquartejado.

O reconhecimento da bravura de Tiradentes só se deu em 1890. Atualmente, Tiradentes é considerado Patrono Cívico do Brasil.

História do Dia do Índio, comemoração, 19 de abril, criação da data, cultura indígena.

Mural Cofeccionado pela Professora Simone Regina do 1º Ano do 2º Turno
 História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data 

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e importância da data

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. 

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras. 


Sugestões de Atividades sobre o Dia do índio
(Clique na imagem e veja em tamanho maior)























    
 Fonte das Imagens: Pesquisas Google

sexta-feira, 17 de abril de 2015

18 de Abril Dia Nacional do Livro Infantil - Sugestões de Atividades

Mural cofeccionado  pela Professrora Minelvina De Fátiama do 4º Ano Sala 11 -2ºTURNO
Livro, meu amigo!

Dia 18 de Abril é o Dia Nacional do Livro Infantil pois é a data de nascimento de um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil, Monteiro Lobato! Ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperou os costumes e lendas do folclore nacional. E não parou por aí, misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.

Ler um livro de Monteiro Lobato ou qualquer outro é entrar em um mundo novo e explorá-lo! Pois é, o livro é mágico por isso, nos permite viajar para lugares inacreditáveis e não queremos mais parar.

Se você ainda não mergulhou nas aventuras mágicas dos livros, indicamos alguns escritores brasileiros para você começar: Ziraldo, Monteiro Lobato e Ruth Rocha.



VEJA ABAIXO ALGUMAS SUGESTÕES DE ATIVIDADES
(clique na imagem e veja em tamano maior)






quinta-feira, 16 de abril de 2015

Educação Infantil - Como contribuir com esta importante fase de formação da criança. Parte 4

LAÇOS
Vínculo com o pai: como ajudar nessa relação?

O pai pode não ter a mesma função que a mãe, mas sua presença é igualmente importante.

A mãe pode incluir o pai em momentos importantes da relação com o filho.

Nos primeiros meses de vida, quando o bebê depende da amamentação e de cuidados constantes, nem parece que o cordão umbilical foi cortado! Mãe e filho estão extremamente conectados. Pode acontecer de, neste processo, o pai se sentir meio de lado. Ou mesmo de a mãe não se dar conta de que ele pode - ou melhor, deve! - ter uma relação com o bebê. Afinal, não é apenas o vínculo mamãe-bebê que é importante para o desenvolvimento infantil. Mas também o vínculo do bebê com o pai ou com outra pessoa que cuide dele.

Sabe-se hoje que o vínculo, que nada mais é do que amor e confiança, é um fator crucial para formar bem uma série de habilidades emocionais (veja mais aqui). O cuidado, quando é de alta qualidade, funciona como um poderoso amortecedor diante dos problemas que a vida sempre traz. É a partir do cuidado, do afeto, do amor que é construída uma base segura para a criança se colocar perante o mundo e explorá-lo melhor.

Só que o vínculo não aparece do nada. Ele é construído no dia a dia. Por conta da gravidez e da amamentação, o vínculo entre mãe e filho costuma acontecer com mais facilidade. Mas, ainda assim, é uma construção – principalmente para os pais. Muitos deles são ausentes ou não sabem o que fazer quando chega o bebê. Seja porque a mãe acha que só ela sabe cuidar do filho, ou porque a sociedade ainda encara o cuidado com o filho como função da mãe. Mas não é só ela que tem essa responsabilidade: também é dever dos pais interagir com os pequenos, criar e manter um vínculo com eles. Desde o pré-natal até depois do nascimento da criança e durante todo o seu desenvolvimento.

Para que o pai se aproxime do filho e se envolva com ele é preciso, antes de mais nada, espaço e tempo. E nisso você pode ajudar e muito. Por exemplo: que tal você dar de mamar e depois passar para ele fazê-lo arrotar? Que tal dividir funções como trocar a fralda ou dar banho nele? Também é importante que você deixe que ele fique sozinho com o filho. Mostrando que confia nele e que, afinal, vocês dois estão aprendendo a ser pais. Esse tempo que eles vão passar juntos é uma oportunidade de estreitar ainda mais o vínculo. 

Uma coisa é consenso entre os especialistas: o papel do pai não cabe mais dentro de ideias rígidas, como a de que ele é o provedor e se movimenta no mundo do trabalho enquanto a mãe cuida do ambiente da casa e da Educação dos filhos. Na avaliação de Cristiano Gomes, da Faculdade de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os homens não aceitam mais ser encaixados nesse lugar estereotipado da função da figura masculina na família "porque viram o quanto estavam perdendo no contato com os filhos e no prazer da paternidade". Tanto o pai quanto a mãe podem dar espaço ao carinho, ao abraço, ao beijo, e à demonstração de afeto e amor. 

Mas o diálogo e o vínculo são importantes não só na relação entre o pai e o filho, mas também entre os pais. É bom que o pai tenha a mesma autoridade que a mãe. Joaquim Ramos, também da Faculdade de Psicologia da UFMG, explica: "Se o pai dá uma ordem e a mãe dá outra, a criança fica entre os dois sem saber a quem obedecer". Ou seja, as partes têm de conversar para que as relações e vínculos sejam construídos sem passar por cima de ninguém. Além disso, Cristiano Gomes acrescenta: "A imposição de regras não deve ser exclusivamente responsabilidade do pai. Isso é um resquício de uma cultura patriarcal que coloca a mulher como submissa e inferior ao homem". 

Para falar mais sobre essa questão e tirar possíveis dúvidas sobre como criar o vínculo entre pai e filho, conversamos com a psicóloga Camila Guedes Henn, do Núcleo de Infância e Família da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Leia a entrevista abaixo:

Como a mãe pode ajudar a cria vínculo entre pai e filho? É uma tarefa difícil? 

Camila Guedes Henn: A mãe pode incluir o pai em momentos importantes da relação com o filho, ela é muito responsável pela intermediação da relação, especialmente no começo. Ela pode trazer o pai para realizar diversas tarefas, como o banho, a troca, e outras tarefas mais indiretas, mas igualmente importantes. E é muito importante a mãe ter em mente que o pai da criança é tão importante quanto ela.

Se o pai e mãe não morarem na mesma casa?

Camila Guedes Henn: Tudo depende da forma que o pai e a mãe administram a questão. Só há dano se existe conflito entre os pais, que é uma situação que prejudica o estabelecimento do vínculo com a criança. É quando, por exemplo, uma parte não permite a entrada do outro na relação. E não deve ser assim, o fato dos pais morarem em casas separadas não deve excluir a possibilidade de organização e de afeto. 

É interessante que os pais se organizem de forma que possam estar presentes afetivamente o máximo possível. Estar presente inclui participar de atividades rotineiras, como conhecer a escola, os colegas e se organizar para ter atividades com a criança. E quem tem a guarda da criança, geralmente a mãe, deve respeitar o outro lado também, e trazer sempre que possível essa pessoa para a vida do filho.

E como deve ser o compartilhamento de tarefas? As mudanças sociais que alavancaram a mulher tiveram influência nisso? 

Camila Guedes Henn: Sim, sem dúvida. Com a mulher mais presente no mercado de trabalho, tornou-se mais necessária a divisão da função parental, que antes ficava mais a cargo da mulher. Hoje essa divisão ainda não está equilibrada, mas já permite mais a entrada do pai na divisão de tarefas, o que é bem importante. 

Temos outra questão que é a da licença-maternidade, que é muito maior para mulher do que para o homem. É mesmo um privilégio para ficar junto, para criar mais vínculo. Mas isso não é um motivo para o pai não estabelecer vínculo com o bebê no ínicio, existem várias formas de criar esse vínculo. Inclusive há muitos relatos de pais que buscam fazer diferente do que receberam, buscam quebrar a ideia de um pai distante e autoritário. Um pai mais presente facilita muito a criação do vínculo. E há casos como os das mulheres que trabalham no mercado informal, que também não têm licença-maternidade, e nem por isso não criam vínculo com os filhos. O importante é aproveitar ao máximo os momentos com a criança.

Existe uma função materna e uma função paterna?

Camila Guedes Henn: Sim, existem, mas elas não são rígidas. Isso quer dizer que a função materna não precisa ser exercida necessariamente pela mãe ou a paterna pelo pai. No início, a mãe tem um processo maior de simbiose com o bebê, isso é necessário até biologicamente. Ela tem essa função de cuidar e alimentar, e a paterna diz respeito mais a ajudar no ambiente, em preparar o ambiente para a relação da mãe, mas também ir entrando aos poucos nessa relação. 

Antes era mais bem estabelecido o que era a função do pai e a função da mãe, mas hoje não há muita regra, há bem menos rigidez dos papéis. Muitas vezes é a mãe que trabalha na família, é ela que passa mais tempo fora. É importante pensar que há inclusive uma necessidade maior da flexibilidade dos papeis.

E ideia que o filho é mais da mãe do que do pai e que a mãe cuida melhor?

Camila Guedes Henn: Olha, é muito importante entender que nos momentos iniciais o filho realmente precisa muito da mãe, até por uma questão física. Mas o pai é fundamental, ele ajuda na organização e permite um melhor aproveitamento do tempo com o bebê, entre outras coisas. Até para crescer o vínculo da mãe, o pai é fundamental, desde o início. 

A mãe tem de saber que ambos são importantes para o filho, mesmo que no início seja cada um à sua maneira. O pai pode não fazer a mesma coisa que a mãe, mas tem uma função tão importante quanto. No começo, a mãe está super voltada para o bebê, está num mundo a parte. E nesse momento o pai é muito importante para não permitir que a mulher viva nesse mundo à parte. É importante que a mãe reconheça a importância desse outro papel também e permita que o pai entre na relação. 

Existem algumas mães que acham que só elas são capazes de cuidar do filho, e isso prejudica não só o vínculo entre pai e filho como também a vida dela. Ela afasta a oportunidade de contar com outra pessoa, de ter alguém ao lado para lidar com a criança, alguém para dividir as questões daquele mundo. Não existe disputa entre papeis, a coisa mais importante é a aliança. Por isso é tão importante que a mãe entenda que o pai pode não fazer como ela, afinal é uma pessoa diferente, mas isso não quer dizer que ele não vá fazer bem.

E como acertar o comando do duplo comando, dos pais dando ordens diferentes? 

Camila Guedes Henn: Quando os pais vivem em casas separadas, é normal e o filho pode saber que as casas podem ter regras diferentes. O que não é legal é que não haja consenso acerca de decisões sobre a criação, pois isso passa para a criança uma mensagem dupla. Ela não sabe quem respeita, qual é o seu limite real. É muito prejudicial um pai desautorizar o outro, e isso é uma coisa que acontece com frequência. 

Os pais devem conversar entre si para que não ocorram esses problemas. Nem sempre dá para prever o que vem por aí, então essa conversa também pode acontecer depois do momento com o filho, para esclarecer os pontos. Só não pode ter tido essa diferença, essa discordância, antes na hora da conversa com o filho. E não estamos falando só da criança ver e perceber que os pais discordam (e de repente até passar a contar com isso), mas também de situações como quando uma das partes faz comentários sobre a outra para a criança, mantendo segredos com o filho, fazendo comentários entre eles. Não pode haver esse ruído de comunicação.


Informações Retiradas no Site: EDUCAR PARA CRESCER

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Letra do Hino Nacional, História do Hino, Vocabulário, Significados, Criação e Autores.


História e Informações 

A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700.

Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.  

Letra do Hino Nacional Brasileiro


I
OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS
DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE,
E O SOL DA LIBERDADE, EM RAIOS FÚLGIDOS,,
BRILHOU NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE.
SE O PENHOR DESSA IGUALDADE
CONSEGUIMOS CONQUISTAR COM BRAÇO FORTE,
EM TEU SEIO, Ó LIBERDADE,
DESAFIA O NOSSO PEITO A PRÓPRIA MORTE!

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!

BRASIL, UM SONHO INTENSO, UM RAIO VÍVIDO
DE AMOR E DE ESPERANÇA À TERRA DESCE,
SE EM TEU FORMOSO CÉU, RISONHO E LÍMPIDO,
A IMAGEM DO CRUZEIRO RESPLANDECE.
GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA,
ÉS BELO, ÉS FORTE, IMPÁVIDO COLOSSO,
E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA.

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU,BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!

II
DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO,
AO SOM DO MAR E À LUZ DO CÉU PROFUNDO,
FULGURAS, Ó BRASIL, FLORÃO DA AMÉRICA,
ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO!
DO QUE A TERRA MAIS GARRIDA,
TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;
"NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,"
"NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES".

Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!.

BRASIL, DE AMOR ETERNO SEJA SÍMBOLO
O LÁBARO QUE OSTENTAS ESTRELADO,
E DIGA O VERDE-LOURO DESSA FLÂMULA
-PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO.
MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.

TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU, BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!


Vocabulário (Glossário) 

Plácidas: calmas, tranqüilas
Ipiranga: Rio onde às margens D.PedroI proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminidada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape

Você sabia?

- No dia 13 de abril é comemorado o Dia do Hino Nacional.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Educação Infantil - Como contribuir com esta importante fase de formação da criança. Parte lll

NÃO-COGNITIVAS

A importância do vínculo

Pesquisas mostram que existe um fator que faz grande diferença no desempenho do seu filho, na escola e na vida. Algo mais determinante do que inteligência ou recursos: a sua boa conexão com ele.

Carinho e cuidado são os ingredientes fundamentais para o desenvolvimento saudável das crianças.

Qual é a melhor ferramenta para garantir um bom futuro ao seu filho? Uma poupança que banque uma ótima educação? Cursos e atividades extracurriculares que o ajudem a desenvolver múltiplas habilidades? Estímulos adequados desde a concepção até os primeiros anos, quando o cérebro está em formação e absorve quantidades enormes de dados? Ou ao contrário, deixá-lo dispor de tempo livre para experimentar e descobrir o mundo?

Essas dúvidas cruzam a mente de pais e mães por todo o planeta. Algumas nos torturam até, ou nos enchem de culpa e de trabalho extra, já que bancar boas escolas e cursos não custa pouco. A questão é que a resposta correta talvez não esteja aí. "O que mais importa no desenvolvimento de uma criança não é a quantidade de informação introduzida em seu cérebro nos primeiros anos de vida. E, sim, ajudá-la a desenvolver um conjunto de características, como persistência, autocontrole, curiosidade, escrúpulos, determinação e autoconfiança, que vão fazer diferença tanto no seu desempenho escolar como por toda a vida", diz o jornalista americano Paul Tough, autor do livro Uma Questão de Caráter (Ed. Intrínseca), que investigou por que características emocionais podem ser mais determinantes do que inteligência ou recursos em uma educação de sucesso.

Mas como garantir que essas características emocionais se desenvolvam? Vários estudos comprovam que existe uma condição essencial, primeira - e determinante para que elas aflorem. Quer saber a melhor parte? É grátis e está ao alcance de todos nós. Trata-se de uma ferramenta poderosa, que nasce e cresce com cada mulher e com cada homem que se tornam mãe e pai: dedicar ao seu filho sua presença, seu cuidado atento, seu amor.

Assim, antes de se perguntar se é melhor tocar Mozart para o seu bebê recém-nascido ou pesquisar desde já bolsas de estudos em faculdades top de linha, talvez seja melhor analisar um período de licença maternidade maior ou a diminuição da sua jornada de trabalho. Resultados de diferentes pesquisas apontam que, para que seu filho adquira a segurança e as habilidades necessárias para usufruir de tudo o que você - e o mundo - puderem colocar à sua disposição, para que ele desenvolva ao máximo suas potencialidades, o que mais ele necessita é de uma conexão amorosa com vo-cê. Você.

O psicanalista britânico John Bowlby e Mary Ainsworth, pesquisadora da Universidade de Toronto, já haviam mostrado, em uma série de estudos publicados na década de 1960 e início da década de 1970, que os bebês cujos pais atendiam pronta e plenamente ao seu choro nos primeiros meses de vida mostravam-se, com 1 ano de idade, mais independentes e intrépidos do que aqueles cujos pais os tivessem ignorado. Na pré-escola, esse padrão se confirmava. Crianças cujos pais tivessem reagido de maneira mais sensível às necessidades emocionais delas quando bebês eram as que demonstravam maior autonomia.

Seguindo a mesma linha, Clancy Blair, pesquisador de psicologia na Universidade de Nova York, vem promovendo um experimento em larga escala no qual acompanha um grupo de mais de 1.200 crianças praticamente desde o nascimento. Um dos testes que faz é medir os níveis de cortisol dessas crianças ao enfrentarem situações adversas. O cortisol é um hormônio intimamente ligado ao sistema emocional, que serve para controlar inflamações, alergia, estresse. A intenção é ver como cada criança reage em momentos de turbulência familiar, caos, tumulto, ou seja, como lida com instabilidade e problemas.


Blair constatou que esses momentos de fato têm grande efeito nos níveis de cortisol das crianças — mas apenas quando as mães se mostram desatentas ou indiferentes. Quando as mães apresentam um alto grau de atenção e se conectam positivamente com as crianças, o impacto desses fatores ambientais sobre os filhos parece quase desaparecer. Ou seja: cuidados de alta qualidade funcionam como um poderoso amortecedor perante eventuais danos causados pela adversidade. E constituem uma base segura a partir da qual a criança se coloca perante o mundo e o explora com maior eficácia. Mas em que consiste exatamente esse cuidado de qualidade? Veja, em cada etapa do crescimento, como ele pode se traduzir.

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Informações retiradas no Site: EDUCAR PARA CRESCER

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Educação Infantil - Como contribuir com esta importante fase de formação da criança. Parte ll

DIVERSÃO

Qual a importância de brincar?

Especialistas explicam o que está por trás de uma singela brincadeira de faz de conta, de uma repetida construção com blocos ou de uma disputa de pega-pega.

Estimule seu filho a brincar desde os primeiros meses, por meio de jogos de exercício:
tire-o do berço e coloque no chão e incentive-o em cada tentativa

Já se sabe que a brincadeira ocupa um lugar especial na vida da criança na primeira infância! Mas, você já parou para se perguntar por que é dada tanta importância a uma atividade aparentemente tão simples? Na verdade, essa "coisa de criança" a que não damos muito bola durante nosso corrido dia a dia é capaz de ajudar a criança a desenvolver muitas de suas habilidades motoras e cognitivas, como atenção, memória, imitação e criatividade.

"A criança, porém, não brinca para aprender alguma coisa, ela brinca porque quer", ressalta Maria Paula Zurawski, doutoranda e mestre em Educação pela FEUSP, graduada em Artes Cênicas pela ECA-USP, atriz do Grupo Furunfunfum de teatro para criança e professora dos cursos de Pedagogia e de Pós Graduação em Educação Infantil do Instituto Vera Cruz -SP. "É sempre bom lembrar isso aos pais e às escolas: não adianta querer que a criança brinque disso ou daquilo para aprender algo, ou que ela aprenda isso ou aquilo por meio da brincadeira: o jogo simbólico, o faz de conta, ocorre somente porque a criança quer, por vontade própria, estar na brincadeira". Ela lembra que o pedagogo Vigotski, no livro O papel do brinquedo no desenvolvimento (1998), vê na brincadeira uma nova forma da criança criar: "Ensina-a a desejar, rela¬cionando seus desejos a um "eu" fictício, ao seu papel no jogo e suas regras". 

Qual é o espaço que a brincadeira tem hoje na vida das crianças? 

Vera Tchipschin Francisco - psicanalista, pedagoga e membro-fundadora da Gesto Psicanálise - aponta  que a brincadeira ocupa um lugar especial na vida da criança, porque está em um espaço intermediário entre o imaginário e o real, pois incorpora elementos da realidade que são misturados com a fantasia. É um espaço privilegiado para a criança poder elaborar situações difíceis que ela viveu, incluir e realizar desejos na brincadeira e poder lidar com emoções variadas e antagônicas  como o amor e o ódio, coragem e medo, alegria e tristeza. Além de ter uma função no mundo interior da criança, o brincar desempenha também uma função no universo exterior, pois criança acaba interferindo no mundo com sua brincadeira. É por meio do brincar que a criança pequena aprende a superar os obstáculos da vida real que se apresentam a ela de maneira intensa durante seu crescimento. Há muito que conquistar motoramente, intelectualmente e socialmente. 

Maria Paula Zurawski explica: "O mundo mudou muito e a falta dos espaços de brincadeiras dos quais os mais velhos se recordam em suas memórias de infância (o quintal, a rua, o ar livre) cria uma série de juízos de valor para a brincadeira infantil - como se ela estivesse ameaçada de desaparecer.  O fato é que as crianças continuam a brincar, é que o mundo mudou e a brincadeira também.". Portanto, devemos refletir sobre o lugar o significado que a brincadeira ocupa hoje na vida das crianças.

Veja como tudo funciona!

PARA COMEÇAR A BRINCAR

Estimule seu filho a brincar desde os primeiros meses, por meio de jogos de exercício: tire-o do berço e coloque no chão e incentive-o em cada tentativa dele em manipular objetos, repetir sons e esconder seu rosto atrás da fraldinha. 

O primeiro tipo de brincadeira que seu bebê realiza é a de imitação. Ao tentar copiar você, tem de colocar muito em jogo. Apesar disso, é visível a satisfação e o divertimento ao ouvir seu próprio gritinho ou mostrar seu rosto, atrás da fralda.

Paula Zurawski ressalta a importância de canções, trovinhas e acalantos na vida da criança. Eles fazem parte da nossa própria cultura, alimentam o brincar infantil e devem estar presentes desde os primeiros anos.

INCENTIVAR AS BRINCADEIRAS DE FAZ DE CONTA

Por volta dos dois anos, seu filho está pronto para as brincadeiras de faz-de-conta, em que passa a reviver situações que demonstram sua forma de ver o mundo. Por isso, crie espaço em sua rotina para isso e observe o que ele está revelando. Além da brincadeira de imitação, em que poderá encenar acontecimentos da vida real, e colocará sua criatividade em ação, misturando elementos do mundo real com fantasias do mundo imaginado. 

"É bom também que as crianças possam frequentar espaços interessantes, onde haja brinquedos - bonecas, carrinhos, homenzinhos e outros", diz Paula. Mas também ressalta a importância terem a seu alcance "materiais não estruturados, aqueles que podem "virar e desvirar" infinitas coisas na brincadeira infantil - tecidos, blocos, cordas, caixotes...". 

Fique atenta, pois por meio desse jogo de faz de conta, seu filho assimila a realidade, realiza sonhos, mostra incômodos, reproduz e representa situações similares a vida real. Uma boa ideia é observar as brincadeiras que inventa, reparar que papéis escolhe com maior frequência, qual é o tom dos diálogos e quando termina. "Observar as crianças é sempre interessante, é uma delícia, e os pais devem, sim, observar seus filhos, mas não como "espiões" do que pode estar passando pela cabeça deles. Devem ser observadores cuidadosos, acompanhar seus filhos, estar com eles, levá-los a passear em lugares bonitos e interessantes, jogar jogos com eles, ler histórias, contar histórias, conversar muito, escolher brinquedos que respeitem a criatividade das crianças". Esta é, na opinião de Paula, a melhor intervenção.

APRESENTAR OS JOGOS COM REGRA 

Por volta dos quatro anos, seu filho está hábil para participar de jogos com regras, pois está pronto para atividades mais socializadoras. Propicie a ele o convívio entre meninos e meninas igualmente. As crianças pequenas não fazem essa separação, somos nós, adultos, que o fazemos. 

Na brincadeira em grupo é necessário compartilhar ideias e brinquedos, negociar papéis e cooperar com os amigos, para que se garanta a diversão para todos. Esse tipo de brincadeira torna-se uma ótima oportunidade para se treinar a convivência social. Os conflitos serão inerentes a ela, mas podem ser vistos como uma coisa boa e construtiva. Faz parte do desenvolvimento infantil lidar com desacordos e impasses causados, geralmente, pela vontade de se fazer valer a sua opinião perante um grupo de indivíduos. 

Vera Tschiptschin Francisco explica que é comum os pais se sentirem pessoalmente atingidos por gestos agressivos de outras crianças contra seu filho, "pois o filho é um projeto dos pais, do que poderiam ter sido, sem frustações, sem falhas. Sentem como se o "empurrão" durante uma brincadeira de pega-pega, por exemplo, tivesse sido contra eles mesmos. Os pais precisam cuidar e fazer o exercício de se ver o filho com um individuo diferente. Ele não é uma continuidade dos pais, precisa viver frustações para entender o mundo real". Completa, ainda, que é preciso se afastar, (sempre reforçando que está lá se for preciso) observar e deixar a crianças ter a chance de agir sozinha nessas situações. 

Paula Zurawski aponta que " brincar é jogo, é convívio, é chegar a acordos (do que vamos brincar? Posso ser a mamãe? Eu era o Batman, tá?). Brincar com outras crianças traz sempre uma "revolução" de ideias, de atitudes. O melhor brinquedo para uma criança é outra criança". Em contrapartida, deixa claro que apesar da criança que brinca ter mais oportunidades de aprender com o outro, de discutir, de brigar, de ceder, de perder e de ganhar, enfim, de viver experiências sociais importantes, a brincadeira tem valor por si mesma, não é somente um instrumento para que as crianças sejam bem resolvidas ou bem sucedidas na vida.

DAR ESPAÇOS PARA A BRINCADEIRA INDIVIDUAL 

Deve-se dar espaço também às brincadeiras individuais. Por meio delas, se exercita a perseverança e a vontade de não desistir, de refazer, de montar de novo. Os jogos de montar e construção com blocos são ótimas atividades para se exercitar isso. 

Vera Tschintschin Francisco diz que é preciso valorizar a brincadeira individual. Explica que "muitos pais se angustiam ao perceber seu filho brincando sozinho. Concluem que isso significa que a criança não consegue interagir com os outros e forçam um convívio com outras crianças. Mas com isso estão impedindo que o filho viva uma experiência de privacidade, de ter um espaço privado, que é fundamental para a formação da concepção de mundo. 

Paula Zurawski concorda que "brincar sozinho pode ser muito legal. É mesmo um momento precioso. Crianças podem ficar um bom tempo brincando sozinhas, montando cenários e situações, pondo e dispondo seus bonecos, bichos, carros, criando vozes e diálogos entre personagens ou mesmo construindo coisas. Assim, gostar de brincar sozinho não é necessariamente preocupante". Lembra, porém, que é importante observar as crianças brincando e ver se estão se comunicando, desenvolvendo enredos e se divertindo. Isso dará bons indícios se a brincadeira está valendo a pena.

PROPORCIONAR AMBIENTES VARIADOS 

Sempre incentive atividades físicas em ambientes variados, como aulas ao ar livre, brincadeiras na piscina e proximidade da natureza. Pais e educadores podem organizar ambientes que favoreçam a brincadeira, explica Paula. "Se as crianças puderem brincar frequentemente em espaços abertos e nos quais tenham contato com a natureza e a exploração de habilidades corporais, como correr, pular, subir em árvores, cavar buracos, mexer com água, esconder-se, é certo que seu "repertório brincante" crescerá. Da mesma forma, a leitura de histórias, que convidam a sentir emoções e a imaginar lugares, personagens, situações diferentes, também podem enriquecer a brincadeira". 

Tudo é importante desde que esteja misturado e garanta uma diversidade de situações e universos para as crianças explorarem, sentirem, agirem e reagirem!


Informações retiradas no Site: EDUCAR PARA CRESCER

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Educação Infantil - Como contribuir com esta importante fase de formação da criança.

A partir de hoje em nosso blog vai dar dicas importantes DICAS para contribuir na formação de seu filho(a). 


DESENVOLVIMENTO

A importância da arte para as crianças pequenas

Desenhar, pintar com os dedos, brincar com massinha ajudam (e muito) no desenvolvimento das crianças.

Uma criança que desenha 15 minutos por dia chega à escrita mais facilmente.
Imagem:Site Educar para Crescer

Toda criança gosta de desenhar, certo? Com lápis de cor, tinta guache ou na areia, os pequenos de todos os países, épocas e classes sociais desenham suas casas, famílias e plantas, e, depois, mostram o resultado, orgulhosos, mesmo que sejam apenas alguns rabiscos. Desenhar é uma característica importante do ser humano. Tudo começou na época em que o homem vivia nas cavernas e passou a desenhar nas paredes os animais e as atividades que faziam parte de sua vida. "Indo ou não à escola, é natural que uma criança desenhe, porque o desenho já existia antes mesmo da criação da escola", explica a neurocientista e antropóloga Elvira Souza Lima.

As crianças que vivem em tribos e até mesmo as que tem deficiências visuais desenham, já que fazer traços com um lápis ou com o dedo e um pouco de tinta estimula o tato. Elvira Souza Lima afirma que mesmo que o desenho pareça um rabisco, para a criança, é uma narrativa, uma forma de contar uma história. Além disso, o movimento que as mãos e braços fazem ao desenhar são muito importantes para treinar o corpo e o cérebro para a próxima etapa: escrever.

A escrita nada mais é do que desenhar letras e juntá-las em palavras para criar significados. "Para escrever, usamos 21 áreas do cérebro, e algumas delas são desenvolvidas com o desenho", afirma Elvira. "Uma criança que desenha por 15 minutos todos os dias chega às letras naturalmente, já que o movimento para fazer uma letra de mão (letra cursiva) ou de forma (letra bastão) vem do desenho", ela diz.

Assim, uma criança que desenha bastante pode evitar dificuldades com a caligrafia quando estiver aprendendo a escrever. Mas Elvira alerta que as crianças não precisam parar de desenhar para aprender a escrever. As duas atividades podem continuar lado a lado. Ela destaca que, para desenvolver os movimentos que ajudam na escrita, a melhor escolha é o desenho livre. Ligar pontos, preencher ou colorir desenhos prontos é divertido e pode fazer parte das brincadeiras das crianças, mas é importante que ela treine seus próprios traços livres, com retas e curvas.

Brincar com massinha de modelar, argila e criar esculturas com sucata também é importante, pois ajuda a desenvolver a noção de espaço e profundidade. Elvira sugere que, pelo menos uma vez por semana, a criança brinque com algo relacionado à geometria espacial, como fazer castelinhos com bloquinhos de madeira ou montar cenários com caixas de sapato para a historinha de seus bonecos.

No Colégio Hugo Sarmento, em São Paulo, as artes plásticas, como desenho, pintura e escultura, fazem parte do currículo desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Segundo Patrícia Vasconcellos e Rosana Nunes, coordenadoras da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I do colégio, as expressões artísticas de diversas culturas, como arte indígena, africana e grega, são destacadas. A vida e a obra dos artistas também despertam interesse nos alunos e inspiram suas próprias produções.

"A arte, ao longo da vida estudantil, tem um papel fundamental na construção de um indivíduo crítico, fornecendo-lhe experiências que o ajudem a refletir, desenvolver valores, sentimentos, emoções e uma visão questionadora do mundo que o cerca", afirmam as coordenadoras.

Já a artista e educadora Stela Barbieri destaca: "Para as crianças não existe separação em os campos da arte, como música e pintura. Elas percebem o mundo com todos os sentidos". Para ela, que é assessora de artes da escola Vera Cruz, em São Paulo, e foi curadora das ações educativas da Bienal de Arte de São Paulo, a relação da criança com a arte não acontece apenas na escola. Ela explica que a criança participa de situações em que a relação com a arte acontece naturalmente, como conhecer as texturas em uma feira e os aromas na cozinha, ou brincar no quintal. "O contato com a arte não precisa ser apenas escolarizado", diz.

Como seu filho pode explorar as artes plásticas em cada idade:

DE ZERO À DOIS ANOS

O desenho é um processo natural da espécie humana, mas não adianta tentar apressá-lo. Nessa fase o bebê ainda não desenvolveu a visão e a coordenação motora suficientemente para desenhar. No entanto, os pais podem desenhar para a criança e explicar os significados a ela, já que o contexto é importante para atrair sua atenção. Tenha lápis e giz de cera mais gordinhos em casa para quando seu filhote começar a mostrar a vontade de desenhar. Tenha cuidado com objetos pequenos e pontiagudos e tenha apenas materiais atóxicos.

DE TRÊS À SEIS ANOS 

Essa é a fase em o desenho é mais importante para as crianças. A diversidade de materiais é muito importante. Tenha em casa vários tipos de papeis, de vários tamanhos, cores, formatos e texturas. Papeis grandes, no formato A3, dão maior possibilidade de movimento para as mãozinhas. O papel craft (ou pardo) tem textura diferente, mais áspera, e pode ser pendurado na parede. O lápis de cor é prático e faz menos sujeira, mas é duro. Materiais mais maleáveis, como aquarela, tinta guache, pincéis ou mesmo pintura com os dedos permitem movimentos diferentes e devem ser mais usados. Desenhar em suportes diferentes, como areia, terra ou tecido também ajuda a treinar os movimentos. Fazer colagens com sementes, pequenos galhos e folhas secas pode ser muito divertido e coloca a criança em contato com a natureza. Massinha de modelar, argila podem render esculturas que serão boas lembranças. Ao fazer brinquedos de sucata com seu filho, aproveite para explicar a importância da reciclagem para o meio ambiente.

A PARTIR DE SEIS ANOS

Quando a criança é alfabetizada, vai usar tudo o que aprendeu com os desenhos para escrever as letras. Mas ela não precisa e nem deve parar de desenhar. Os desenhos agora ganham outro significado. A criança pode ouvir uma música ou ler um livro sem ilustrações e, em seguida, fazer desenhos para mostrar como imagina os personagens e os cenários. Ela também pode ter um caderninho de desenho, onde cria suas próprias histórias, personagens ou histórias em quadrinhos.


Informações Retiradas no Site: Educar para Crescer

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Convocação - Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio



Data: 13 de Abril de 2015 
Horário: 17h 30min às 20h 30min 
Local: Sala de Vídeo - E.E. "Abílio Caixeta de Queiroz 





ASSUNTOS:


  •  Exposição do Livro ll - Ciências Humanas 
  • Debate dos tópicos: a) Discussão as propostas apresentadas no caderno ll.
  • A integração entre as Ciências Humanas como Projeto Pedagógico.
  • Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas.
  • Trabalho, Cultura, Ciência e Tecnologia na Área de Ciências Humanas. 
  • Possibilidade de Abordagens Pedagógico-Curriculares na Área de Ciências Humanas 

TODOS OS PROFESSORES INSCRITOS (BOLSISTAS E OUVINTE) ESTÃO CONVOCADOS.
A participação somente será válida com a presença integral à reunião.


Atenciosamente 
Omar Gonçalves do Amaral 
Prof. Orientador PNFEM 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Contação de História com a Professora Adriana Alves

Professora Adriana Alves


A professora  alfabetizadora  Adriana  Alves  acredita  na  importância  do  lúdico e na  magia  que  as  histórias  exercem  sobre  as  crianças  e  adultos. Com  toda  sua  criatividade  e  irreverência  ela  abordou  assuntos  como:  consumo adequado de água, alimentação  saudável, respeito e amizade  de  uma  forma  prazerosa  e  envolvente. Os alunos curiosos ficaram  com  cada  acontecimento  da  fábula  adaptada " João  e  Maria "  e   posteriormente  participaram  de  roda  interativa  onde  colocaram  suas  idéias, opiniões e curiosidades   à  respeito  da  história contada. Foi uma  tarde  onde  a imaginação   e   a  alegria  esteve  presente em  cada  criança  que  ali  esteve  presente.  Conte  uma  história  para  uma  criança!