quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

13 dicas para conciliar férias escolares e alimentação saudável.

Foto: Site Arca Universal 

    Janeiro é mês de sol, calor, praia, viagens e muito lazer... Para os pequeninos, óbvio. As férias finalmente chegaram e com ela horas a mais de diversão e, muitas vezes, comilança. Criança em casa geralmente é sinônimo de despensa repleta de bolachas, salgadinhos e muito sorvete no freezer.
    Estabelecer uma rotina quando não há horário definido, é uma tarefa de super heroína. Confira as dicas da pediatra Fátima Parente e da nutricionista Claudete Rocha para manter equilibrada a dieta dessa turminha e dê uma surra nos vilões da boa alimentação.
1-) Tic-tac: procure manter a rotina. Horário para acordar, para fazer as refeições, para se divertir e para dormir. Não cobre aquilo que você também não está fazendo, como acordar cedo, por exemplo, avisa Claudete;
2-) Mexa-se: se possível, faça com que a criança mantenha uma atividade física, a fim de evitar o computador e o videogame;
3-) Pequeno mestre-cuca: convidar a criança a participar da preparação dos alimentos na cozinha é uma boa opção. Ajudando, ela se sentirá útil, fala a nutricionista;
4-) Líquidos: no verão, quanto mais líquidos melhor, mesmo no horário do lanche. Abuse de vitaminas com leite e frutas ou de sucos super nutritivos. Faça com que as crianças tomem muito líquido: chás, sucos naturais, ou com proteína de soja. Água de coco também é bom, principalmente no verão, pois ajuda a manter a criança hidratada, diz Fátima;
5-) Nada de exageros: a refeição ideal não deve misturar muitos sabores e nem conter muito tempero. Mas é importante deixar o prato colorido para chamar a atenção dessa galerinha;
6-) Matemática sem dor: Não encha o prato da criança, pois seu estômago é pequeno. O ideal é aumentar gradativamente, revela a pediatra. Fracione as refeições em seis ao longo do dia e procure variar, para que eles não enjoem;
7-) Sweet: na sobremesa vá de gelatina, iogurte e até mesmo sorvetes (de preferência os de fruta). Com moderação, pudim de leite,  sagu com leite e arroz doce são outras boas opções;
8-) Nunca diga nunca: O correto é impor limites e dizer  porque naquele momento ela não poderá comer certo alimento, revela Claudete. Segundo ela, doces, guloseimas, refrigerantes e pizza devem ser liberados aos finais de semana. Para Fátima, pediatra, estes alimentos devem ser evitados de qualquer maneira. Refrigerantes, salgadinhos, bolachas são deliciosos, é verdade, mas contêm corantes e excesso de sódio, que não acrescentarão nada de bom à alimentação da criança;
9-) Comida camaleão: é importante estimular o consumo de frutas, verduras e legumes. Não aceite um não como resposta, sem que a criança tenha experimentado. Dê uma camuflada na salada até ela aprender a gostar; use presunto, queijo junto com folhas e tempere sempre com limão, pois o sabor é mais agradável, ensina a nutricionista;
10-) Apele para o lúdico: mesmo assim, nada de salada? Faça sanduíches com pão integral e na hora de cortá-los, utilize cortadores de biscoito para que os formatos (estrela, coração, bichos, carrinhos) despertem a curiosidade da criança, explica a pediatra;
11-) Parece mas não é:  doutora Fátima ensina como preparar arroz um tanto mais saudável. Na hora de cozinhá-lo, substitua metade da porção por repolho refogado ou couve-flor ralado. Além de diminuir a quantidade das calorias pela metade, você ainda acrescenta mais vitaminas na alimentação sem que a criança perceba;
12-) Troca-troca: substitua versões integrais por desnatadas e lights; frituras por grelhados ou assados. Dica da pediatra: empane os bifes com clara de ovo batida, passe na farinha de trigo ou de rosca com orégano e asse em forno por 20 minutos. Os bifes ficam mais crocantes, aconselha Fátima;
13-) A culpa é de vocês: Os pais devem se lembrar que criança não compra e não sabe pegar, portanto se ela come  chocolate, bolachas, pipoca e bala é porque eles compram, afirma a nutricionista.
Embora muitas vezes a teoria pareça mais fácil que a prática, elas devem andar lado a lado. Assim, e com paciência, seu filho terá maior qualidade de vida.

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